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Saúde mental dos estudantes do ciclo básico precisa de atenção

Ainda não há psicólogos em cada escola para acolhimento dos alunos
Mateus tem toda a atenção dos pais que percebem cada mudança no filho (Foto: Josiane Santana / Voz das Comunidades)

Tá nervoso, porque ele é muito tímido”

Muitos alunos manifestam transtornos mentais na infância ou adolescência. Ansiedade, depressão e outras patologias afetam a qualidade de vida deles, principalmente dos que moram em favelas. E, além de prejudicar a saúde mental, dificulta os estudos e o convívio com os colegas.

A manicure Rejane Oliveira, moradora do Alemão, é mãe de Mateus, de 10 anos. Atualmente, ele está em um novo colégio. Além do desafio de enfrentar o novo, o rapaz tem lidado com gastrite nervosa e, por conta do isolamento da pandemia, ansiedade. Ela diz que o estudante ainda tem problemas para socializar, o que é um desafio para o filho. “Ele está se adaptando, tá tendo muita dificuldade, tá nervoso, porque ele é muito tímido”, diz.

“Saúde mental de uma forma geral é aquela que você queira e goste de viver. Às vezes, o aluno chega à escola totalmente desmotivado, triste, com sua condição de vida”, explica Graziella Nogueira, co-fundadora do Favela Terapia, projeto social criado junto com Gabriella Pacífico e Leandro Nogueira, estudantes de psicologia.

Mateus estuda em uma escola municipal também no Alemão e Rejane alega que essa é melhor que a anterior. Na outra unidade, algumas crianças eram mais agressivas, o que pode ser reflexo também da pandemia e outros problemas relacionados à vida pessoal. Mas, segundo a profissional Graziella Nogueira, expressar raiva, frustração e timidez, que é o caso de Mateus, é normal e as crianças precisam aprender a lidar com esses sentimentos, o que é chamado de saúde socioemocional.

A importância dos jovens aprenderem a lidar com os sentimentos

Rejane lamenta que a escola de Mateus ainda não tenha psicólogo e fala que esses profissionais são fundamentais para ouvir os alunos, além de ajudar a criar um ambiente de confiança. “Eu tinha medo de alguém machucar ele, porque eu sei que ele não iria falar se isso fosse acontecer”, explica.

Graziella Nogueira diz também que não há uma visão direta de saúde mental para crianças e adolescentes. Logo, a criação de uma política específica voltada para cuidar do desenvolvimento saudável dos jovens é fundamental. Ela também afirma que não há como a educação lidar com todos os problemas que cercam os alunos, mas que “é na escola que se faz a mudança e o desenvolvimento saudável, ou seja, a saúde socioemocional tem que estar diretamente ligada desde as matérias do ensino básico”. Com isso, eles aprenderiam a lidar melhor com as emoções que aparecem e que são tão intensas nas fases de tantas transformações.

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