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Novembro Azul: Devo fazer o exame de próstata?

Especialista indica cuidados com a saúde masculina
Foto: Josiane Santana / Voz das Comunidades

O câncer de próstata é a segunda maior causa de morte por câncer em homens, seguido pelo câncer de pulmão, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Alguns fatores afastam os homens dos cuidados com a saúde. 

Em alguns casos, por ainda serem responsáveis pela principal renda da família, muitos se mantêm dedicados apenas ao trabalho, e não cuidam da saúde. É a situação de Davi Monteiro, 56 anos, morador da Alvorada, no Complexo do Alemão. Ele explica que há quatro anos não realiza exames de rotina.

 “Eu tinha medo de acontecer alguma coisa comigo, porque eu pensava muito nas crianças”. O trabalhador autônomo conta que não recebe auxílio governamental e sua única fonte de renda vem do conserto de eletrodomésticos e recolhendo recicláveis. Aos 56 anos, seu Davi nunca fez um exame de próstata, e se diz preocupado, “mas agora eu pretendo ir. As filhas já estão criadas, a mais velha tem 16 anos”, completa.

Seu Davi não faz exame de rotina há mais de quatro anos, quando aguardava uma cirurgia de hérnia umbilical que não aconteceu
Foto: Josiane Santana / Voz das Comunidades

Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver câncer de próstata. Além da idade, o histórico da doença na família e a obesidade colaboram, como alerta o Ministério da Saúde (MS): “O câncer de próstata, na maioria dos casos, cresce de forma lenta e não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem”. Porém, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o próprio MS não recomendam o rastreio do câncer de próstata.

O rastreio do exame de próstata é o acompanhamento anual por meio de exames para diagnóstico precoce da doença. O médico de família e comunidade, assessor técnico da Superintendência de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro, Michael Duncan, explica que fazer o rastreamento aumenta o diagnóstico de câncer, mas diminui pouco a chance de mortes: “Não diminui a chance da pessoa morrer em geral”, comenta.

O exame de toque caiu em desuso, a sociedade de especialista em urologia não recomenda mais, apenas o exame de sangue. Além disso, outra indicação tem sido a tomada de decisão compartilhada, na qual o médico conversa com o paciente e apresenta os dados sobre o diagnóstico precoce e rastreamento, e o paciente decide se faz o exame. Michael contextualiza que o Instituto Nacional do Câncer recomenda o diagnóstico precoce em pessoas que têm sintomas da doença. 

O câncer de próstata atinge principalmente homens por volta dos 60 anos, entre os sintomas mais comuns estão a dificuldade de urinar e a presença de sangue na urina. Foi assim que um parente próximo de Carlos Oliveira de 47 anos descobriu e fez o tratamento. A partir disso, Carlos, que é balconista em uma farmácia, ficou atento para a necessidade do teste. Esse ano ele vai fazer pela primeira vez, “eu todo ano faço exame de rotina, mas esse ainda não tinha feito”, comenta.

Carlos decidiu fazer o exame de sangue. Através da testagem, é possível identificar alterações na quantidade de proteína produzida pela próstata, o Antígeno Prostático Específico (PSA). 

O último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que homens morrem mais do que as mulheres em todas as faixas etárias. Essa situação só se inverte entre os 80 e 84 anos. Os principais motivos são as causas externas como acidentes e homicídios. Michael explica que a conscientização é para os homens cuidarem da saúde de modo geral, não apenas da próstata: “Do ponto de vista de saúde, o homem é o sexo frágil. Faz mais sentido em políticas públicas investir em campanhas para essas outras causas do que focar no câncer de próstata”, conclui.

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