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Parentes e amigos de Kathlen Romeu protestam por justiça e transparência do MPRJ

Kathlen foi atingida por um disparo de arma de fogo em Vila Cabuçu, no Lins de Vasconcelos, dia 08 de Junho de 2021

Foto: Alexandre Silva / Voz das Comunidades
Foto: Alexandre Silva / Voz das Comunidades
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Nesta sexta-feira (8), completou dez meses que a família de Kathlen Romeu espera por justiça pelo assassinato dela e do bebê. Durante esta manhã, parentes e amigos da jovem fizeram um ato em frente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) protestando contra o racismo e descaso do MP. 

A jovem teve a vida interrompida aos 24 anos e grávida de 4 meses. Um tiro de fuzil a atingiu no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. Mediante provas e investigação realizada pela Auditoria Militar, foi constatado que o disparo partiu da arma de fogo de um policial militar.

Parentes e amigos da vítima afirmam que não tiveram acesso às informações no Ministério Público. Por isso, protestaram por transparência e contra o tratamento desrespeitoso do Procurador Alexandre Murilo Graça com eles. 

Pais de Kathlen seguram carta de manifesto. “E se Kathlen fosse uma jovem branca do Leblon?”
Foto: Gabriel Matos (@safo_fotografia)

Em reportagem completa é possível ter acesso ao relato de Jaqueline de Oliveira sobre o caso. Além do desabafo do pai, Leonardo Gonçalves e depoimento de David Gomes, diretor da FAFERJ.

Confira o vídeo a seguir: