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Prefeitura do Rio promove campanha de prevenção a ISTs durante carnaval

Preservativos serão distribuídos pela cidade durante a semana de carnaval
(Imagem: Reprodução)

É comum ouvirmos que paixão de Carnaval dura apenas até a quarta-feira de cinzas, mas as consequências do sexo sem preservativo podem durar muito mais tempo.

Anteriormente denominadas como Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), atualmente são chamadas de IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis). A mudança na nomenclatura é para sinalizar que o vírus ou bactéria pode ser transmitido através do ato sexual (oral, vaginal ou anal) sem preservativo, mesmo que o portador não apresente sintomas.

As várias IST existentes (herpes genital, sífilis, gonorreia, HPV, e outras) apresentam sintomas e características distintas. O diagnóstico e tratamento são oferecidos gratuitamente pelo SUS. Após praticar sexo sem proteção, é importante que se faça exames laboratoriais para verificar se houve contaminação. O acompanhamento médico evita que o problema se agrave e acarrete consequências como infertilidade, câncer e até mesmo a morte.

Por isso é fundamental que existam campanhas de conscientização da importância do uso da camisinha. De acordo com a Superintendência de Promoção da Saúde da SMS-Rio, neste mês será lançada a campanha “Rio, carnaval de prevenção”, que contará com a distribuição de preservativos e material informativo.

Além dessas ações, é importante que se invista em pesquisas que considerem as demais ISTs. O EPI-RIO (Observatório Epidemiológico da Cidade do Rio de Janeiro) apresenta apenas os dados sobre casos de HIV e Sífilis. Segundo esse órgão, em 2022, o município registrou 2933 casos de infecção por HIV e 12.302 de Sífilis. Mais da metade desse número representa jovens de 15 a 29 anos, faixa etária de muitos foliões cariocas.

Então, nesse carnaval, divirta-se, mas com proteção. Use camisinha.


Texto: Barbara Machado / Imagem: Reprodução

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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