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‘Infelizmente, as crianças brincam ali’, moradores denunciam excesso de lixo no Morro de São Carlos

Comunidade da região Central enfrenta dificuldades com coleta de lixo e pede providencias
Imagem: Reprodução

Infelizmente não é difícil encontrar lixo acumulado nas favelas. No Complexo do Alemão, o Voz das Comunidades já registrou vários pontos com muito descarte de resíduos. Esse problema também afeta outras favelas, incluindo o Morro de São Carlos, na região central do Rio de Janeiro, onde moradores relataram o acúmulo de sacolas de lixo em uma das entradas da Favela do Zinco.

Lá, o lixo se acumula na área conhecida como Barreira. Em registros enviados ao Voz das Comunidades, é possível ver crianças brincando próximo aos resíduos. “Faz tempo que esse problema existe. O lixo até é recolhido, mas a limpeza chega com muita dificuldade e pouca eficácia”, relata Guilherme Roberto, morador da região.

Contato com a Comlurb

O Voz das Comunidades entrou em contato com a assessoria de imprensa da Comlurb para obter informações sobre possíveis ações a serem realizadas no local. Até o momento da publicação deste material, a Comlurb ainda não havia respondido. A situação continua preocupando os moradores, que buscam uma solução eficaz para o problema de coleta de lixo e a consequente melhoria das condições de saúde pública nas suas comunidades.

Impactos na Saúde Pública e Bem-Estar da Comunidade

O acúmulo de lixo representa um risco significativo para a saúde pública. Os resíduos acumulados podem atrair vetores de doenças, como ratos e mosquitos, além de criar um ambiente insalubre para os moradores, especialmente para as crianças que brincam próximas aos montes de lixo.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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