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Contas de luz passam a ficar mais caras em julho

Serão acrescentadas as tarifas pagas R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kW/h) consumidos
Foto: Reprodução

Não. Você não leu errado. A conta de luz vai aumentar.

Neste mês de julho, as contas de luz terão bandeira tarifária amarela, por conta de condições menos favoráveis para geração de energia no país. O anúncio foi feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, serão acrescentadas as tarifas pagas R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kW/h) consumidos. A ideia desse sistema de bandeiras é que os consumidores passem a economizar eletricidade para evitar a alta das faturas, garantindo a sustentabilidade do sistema.

Segundo o órgão regulador, foi preciso acionar a bandeira amarela devido à previsão de chuvas abaixo da média até o fim do ano (cerca de 50%). Além disso, explica a agência, há expectativa de crescimento da carga e do consumo de eletricidade no mesmo período.

“Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao inverno com temperaturas superiores à média histórica do período, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais. Portanto, os fatores que acionaram a bandeira amarela foram o GSF (risco hidrológico) e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), visto que atualmente não há despacho fora da ordem do mérito (GFOM) decidido pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE)”, explicou a agência.

De acordo com o órgão regulador, a bandeira é válida para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN) — malha de linhas de transmissão que leva energia elétrica das usinas aos consumidores.

Vale destacar que as contas de luz estavam com bandeira verde, sem a cobrança de qualquer adicional, desde abril de 2022. Ao todo, foram 26 meses sem incidência de valor extra nas faturas até junho deste ano.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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