O martelo está batido para o futuro do nosso Carnaval! Após semanas de muita expectativa e conversas nos bastidores, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, e o presidente da Liesa, Gabriel David, decidiram na última quinta-feira (9) que o Grupo Especial terá 15 agremiações até o ano de 2030. O acordo, firmado em reunião na Cidade do Samba, na Zona Portuária, muda a regra do jogo: de forma progressiva, a partir de agora, apenas uma escola cai para a Série Ouro, enquanto duas sobem para o Grupo Especial.
A movimentação começou depois que o ex-prefeito Eduardo Paes sugerir a expansão no Grupo Especial e citando até as escolas que poderiam ser convidadas a integrarem a elite do Carnaval. Assim que assumiu a Prefeitura, Cavaliere chegou a anunciar oficialmente as 15 escolas no Grupo Especial. Entretanto, até aquele momento, não tinha martelo batido pela Liesa. Gabriel David, presidente da liga, publicou um vídeo nas redes sociais onde destacou que a mudança exige o cumprimento de repasses financeiros no prazo e, principalmente, mais estrutura física. Atualmente, a Cidade do Samba conta com apenas 12 barracões para abrigar as escolas. A expansão do Grupo Especial exigiria adaptações logísticas e estruturais nos próximos anos.
Com a mudança na elite, o impacto chegou rápido às agremiações dos outros grupos do Carnaval. A LigaRJ, responsável pela Série Ouro na Marquês de Sapucaí, precisou ajustar o seu diagrama. Com a nova configuração, a Unidos do Jacarezinho, que havia sido rebaixada, permanece na Série Ouro. O grupo também contará com a chegada da São Clemente (que vem da Série Prata) e a permanência de escolas como a Inocentes de Belford Roxo.
Na Intendente Magalhães também teve dança das cadeiras Na organização da Superliga, a Série Prata contará com as escolas Rosa de Ouro, da Unidos de Cosmos e do Boi da Ilha do Governador. Já na Série Bronze, que também acontece na Intendente Magalhães, temos Acadêmicos de Madureira, Arame de Ricardo e Coroado de Jacarepaguá.
Que venha o Carnaval 2027!
