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Johnson & Johnson retira talco para bebê do mercado por excesso de processos

Você já deve ter visto em algumas mensagens nos mensageiros instantâneos sobre o talco de bebê da marca Johnson & Johnson causar câncer, né? A notícia que circula nas rede

Johnson & Johnson(Imagem: Reprodução)

Você já deve ter visto em algumas mensagens nos mensageiros instantâneos sobre o talco de bebê da marca Johnson & Johnson causar câncer, né? A notícia que circula nas rede sociais é que a empresa terá que pagar R$ 90 milhões por casos de câncer. É bom entender a história para que não ocorra confusões.

A empresa Johnson & Johnson foi condenada a indenizar um homem na Califórnia em quase 19 milhões de dólares (cerca de R$ 90 milhões). Quem moveu o processo foi Emory Hernandez Valadez que diz ter desenvolvido um câncer devido à exposição ao talco quando era bebê. A empresa se defendeu dizendo que o produto não tem substancia cancerígena em sua composição, mas o júri californiano considerou que Hernandez tinha direito à indenização para compensá-lo por suas contas médicas.

A farmacêutica também enfrenta outros processos referentes ao mesmo produto. Há processos contra a empresa alegando que o amianto, também presente na composição do produto, causou câncer nos ovários de usuários. Segundo portal da CNN Brasil, “estudos científicos mostraram que as mulheres têm um risco aumentado de câncer de ovário com o uso de talco na região genital, mas outras não“.

Por conta da quantidade de processos movidos e mesmo alegando sua inocência e a segurança do produto, a empresa decidiu retirar o talco das prateleiras das lojas norte americanas.

O Voz das Comunidades consultou fontes seguras, mas não encontrou uma resposta definitiva sobre o uso do talco.

EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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