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Consumo de bebida alcoólica NÃO interfere na eficácia da vacina contra Covid-19

Com cada vez mais pessoas se vacinando contra a Covid-19, muitas dúvidas estão surgindo quanto ao que pode ou não pode fazer. No Brasil uma das dúvidas que logo surgiu

Com cada vez mais pessoas se vacinando contra a Covid-19, muitas dúvidas estão surgindo quanto ao que pode ou não pode fazer. No Brasil uma das dúvidas que logo surgiu e, rapidamente, espalhou-se foi em relação ao consumo de bebidas alcoólicas por quem vai tomar ou já tomou a vacina. 

Um dos vídeos que viralizaram nas redes sociais foi quando um idoso, ao receber a vacina, perguntou aos profissionais de saúde do drive-thru: “E a minha cerveja?”. Um dos profissionais respondeu que somente após 24h, e uma certa dúvida surgiu sobre este intervalo necessário, para ingerir bebidas alcoólicas. Esses questionamentos geram muitos boatos e fake news nas redes, causando uma certa preocupação com a ingestão de álcool e a suposta anulação do efeito imunizante da vacina.

De acordo com os principais órgãos de saúde, ainda não há evidências que comprovem a relação entre o consumo de bebida alcoólica e a ineficácia da vacina contra a Covid-19. Porém, segundo nutricionistas, é recomendável evitar beber entre 24 e 48 horas, antes de receber a dose e após ser imunizado. Isso vale para alimentação também. Evitar o excesso de “besteiras”. Pois cada organismo reage de uma maneira diferente a vacina da Covid-19, por isso é melhor evitar.

EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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