Calor NÃO mata o novo coronavírus

Está circulando nas redes que o novo coronavírus sobrevive a uma temperatura máxima de 36°C e não sobrevive quando o calor supera essa medição. A informação é falsa. “Não há

Calor NÃO mata o novo coronavírus

Está circulando nas redes que o novo coronavírus sobrevive a uma temperatura máxima de 36°C e não sobrevive quando o calor supera essa medição.

A informação é falsa. “Não há comprovação científica sobre qual é a temperatura suportada pelo vírus”, explicou o infectologista Estevão Urbano, integrante do Comitê de Enfrentamento à Epidemia de Covid-19 da Prefeitura de Belo Horizonte.

Segundo o Infectologista, uma mostra de que o novo coronavírus pode ser transmitido facilmente durante o calor intenso é que surtos foram registrados em várias cidades brasileiras com altas temperaturas ao longo do ano.

Em Manaus, por exemplo, já foram registrados mais de 53 mil casos confirmados de Covid-19 e mais de 2.600 mortes. Em setembro, a cidade passou a viver um novo crescimento de registros de infectados, exatamente quando foram registradas temperaturas recordes de 37°C na cidade.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) afirmou que havia uma segunda onda na capital amazonense e recomendou um rígido fechamento das atividades econômicas, para conter o crescimento de casos.

Dessa forma, mesmo em dias muito quentes, as recomendações sanitárias permanecem as mesmas: uso de máscaras, higienização frequente das mãos e distanciamento social. 

EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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