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Semáforo quebrado em frente à UPA do Alemão coloca moradores e pacientes em risco

O equipamento apresenta falhas constantes, dificultando o acesso à Unidade de Pronto Atendimento, Clínica da Família e as escolas próximas

Foto: Uendell Vinicius / Voz das Comunidades
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Quem precisa atravessar a Estrada do Itararé para buscar atendimento médico na UPA ou na Clínica da Família (CF) Zilda Arns tem enfrentado um desafio perigoso. O semáforo localizado exatamente em frente às unidades de saúde apresenta defeitos recorrentes, deixando pedestres à mercê do fluxo intenso de veículos na região.

A travessia é considerada crítica por ser um ponto de grande circulação de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e mães com carrinhos de bebê que buscam os serviços de saúde. Sem o sinal funcionando, os moradores precisam sinalizar com as mãos e esperar a boa vontade dos motoristas para conseguir chegar ao outro lado da via.

Os problemas não param por aí. Moradores relatam que, mesmo quando os sinais estão funcionando, a falta de respeito dos motoristas é constante. Jessica de Souza, moradora da região, faz um alerta sobre a situação crítica em outro ponto próximo:

“Além do sinal da UPA, tem que ver também esse sinal aqui de frente à padaria da Grota. Hoje os ônibus, as vans, tudo parado na faixa de pedestre com sinal fechado, e um carro avançou em cima das crianças. Gente passando, eles não estão respeitando. Está super perigoso” denunciou Jéssica.

Problema crônico

Segundo relatos de quem passa pelo local diariamente, o semáforo “vira e mexe” para de funcionar, ficando intermitente ou completamente apagado. A falta de manutenção definitiva gera insegurança tanto para os pedestres quanto para os motoristas, que muitas vezes são pegos de surpresa pela confusão no trânsito.

O espaço é um dos principais eixos de circulação do Complexo do Alemão e a falha no sinal aumenta o risco de atropelamentos em uma área que deveria ter segurança máxima por conta do fluxo hospitalar.

Entramos em contato com a CET-Rio para questionar o motivo das falhas frequentes e pedir uma previsão de reparo definitivo para o local. No entanto, até o fechamento desta matéria, não houve retorno por parte do órgão. O espaço segue aberto para esclarecimentos.