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Escrito por ex-moradora da Cidade Alta, livro “Terra Prometida” conta a história fictícia sobre duas favelas do Rio

Escrito por Michele Alba, obra disponível em pré-venda apresenta narrativas densas das favelas fictícias Medellín e Tabaré
Foto: Divulgação

“Terra Prometida”, o primeiro roteirizado por Alba Michele, ex-moradora da Cidade Alta, será lançado oficialmente no dia 24 de maio, sexta-feira, na livraria da Travessa, no Barra Shopping, Rio de Janeiro. Mesmo com o lançamento ocorrendo só no final do mês, os leitores já podem garantir seu exemplar, que está em pré-venda desde o dia 8 de maio, pelo site da Emó Editora (www.emoeditora.com.br).

Composta por 10 capítulos, “Terra Prometida” acompanha as trajetórias entrelaçadas dos personagens centrais, Damião e Jiló, em meio aos desafios e alegrias de suas vidas. Damião, um traficante de Medellín, vive intensamente suas paixões, enquanto Jiló busca transformar sua comunidade em um lugar promissor. A obra apresenta narrativas profundas e complexas vividas nas favelas fictícias Medellín e Tabaré, explorando temas como gravidez na adolescência, transexualidade, HIV, homoafetividade, política, racismo, tráfico, religião e classe social.

Uma das inovações de “Terra Prometida” é seu formato de streaming, oferecendo aos leitores uma experiência dinâmica e envolvente, apresentada na forma de roteiro. Além disso, a obra conta com QR codes que proporcionam acesso à trilha sonora da futura série inspirada no livro, incluindo músicas como “Anjos caídos”, de Morcego e Maria (filha da autora), “Assim”, de Pino Gomes e Catiucia, e “Onde estarás”, de Delacruz (genro de Alba).

A autora expressa seu desejo de que “Terra Prometida” seja uma fonte de aprendizado e inspiração para os leitores, incentivando-os a buscar suas próprias saídas nos desertos da vida. A obra reflete sobre a liberdade de escolha e suas consequências, convidando os leitores a se tornarem donos de seus destinos.

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PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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