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Caso Amarildo: Justiça aumenta pena de PMs condenados pelo desaparecimento do pedreiro

No entanto, nenhum dos três criminosos está preso e continuam em atividade de PM nas ruas da cidade

Amarildo foi sequestrado por policias da UPP na porta de casa. (Foto: internet/reprodução)
Amarildo foi sequestrado por policias da UPP na porta de casa. (Foto: internet/reprodução)
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade, nesta terça-feira (22), aumentar a pena de policiais militares condenados pela morte e pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo Dias de Souza, há 10 anos atrás na favela da Rocinha.

Na decisão, o major Edson Raimundo dos Santos, comandante da UPP da Rocinha na época, aumentou de 13 anos e 7 meses para 16 anos e 3 meses. Quanto ao soldado Luiz Felipe de Medeiros foi de 10 anos e 7 meses para 12 anos e 8 meses. Já a condenação do soldados Douglas Vital passou de 11 anos e 6 meses para 13 anos e 8 meses.

No entanto, nenhum dos três envolvidos no crime está preso e continuam em atividade de PM nas ruas do Rio de Janeiro.