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Acusado de matar Ágatha Félix, policial militar vai a júri popular

A morte de Ágatha vai completar 4 anos em setembro

Foto: Arquivo
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Depois de três anos do assassinato de Ágatha Félix, o agente da Polícia Militar Rodrigo José de Matos Soares, acusado de matar a criança em uma operação policial na Fazendinha, CPX do Alemão, vai a júri popular. O juiz Cariel Bezerra Patriota, assinou na última quarta-feira (12) a decisão.

Nas redes sociais, o advogado Rodrigo Mondego, que acompanha o caso publicou. “Depois de mais de 3 anos, precisamente, 1301 dias da morte de Ágatha Félix, pude ligar para sua mãe, Vanessa, e dizer que enfim saiu a sentença dizendo que o responsável pela morte de sua filha irá para júri popular. É uma vitória da justiça contra a barbárie.”

O réu foi identificado por testemunhas que afirmam ter visto ele efetuando o disparo de fuzil que matou Ágatha em setembro de 2019. O homicídio motivou a criação da Lei Ágatha (Lei 9.180/21) que prioriza as investigações de crimes cometidos contra crianças. O julgamento ainda não tem data definida.

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